Controle de jornada em campo no Brasil. TimeGen SpA.

TIMEGEN SPA · DO CHILE

No Brasil o ponto oficial tem regra própria. A TimeGen organiza a equipe em campo.

A TimeGen guarda quem marcou, a que horas, em qual obra ou cliente, e o local daquele momento. Não rastreia o trajeto. Não pede digital nem rosto. Não fecha a folha. No Brasil, esse registro organiza a operação. O ponto oficial da CLT, quando é obrigatório, continua no registrador da Portaria 671.

Chile

No Chile, a Lei 21.561 mandou a Direção do Trabalho definir como são os sistemas eletrônicos de assistência. Isso ficou na Resolução Exenta nº 38, de 2024. Há uma lista pública. A TimeGen não está nela. A adequação está em andamento. Enquanto não aparecer na lista, não dizemos que está autorizada nem que evita multa.

Peru

No Peru, o Decreto Supremo 004-2006-TR pede um registro permanente de assistência, em papel ou digital, guardado por cinco anos. A TimeGen guarda a hora de campo. Não substitui o critério da autoridade local.

Colômbia

Na Colômbia, o empregador precisa mostrar uma jornada verdadeira: início, fim e hora extra, se o Ministério do Trabalho pedir. Não existe um aparelho único obrigatório. A TimeGen é o registro da equipe na rua. A folha de pagamento continua no sistema que vocês já usam.

Argentina

Na Argentina, a jornada se prova no marco da Lei 11.544 e da Lei de Contrato de Trabalho 20.744. Não existe, aqui, uma lista pública igual à da Direção do Trabalho chilena. A TimeGen entrega quem esteve na obra ou no cliente.

Uruguai, Paraguai, Bolívia e Equador

No Uruguai, no Paraguai, na Bolívia e no Equador o empregador também precisa mostrar a jornada. O formulário muda. A marcação em campo é a mesma. O papel oficial quem confirma é o assessor daquele país.

Brasil

No Brasil, estabelecimentos com mais de 20 funcionários registram entrada e saída (art. 74 da CLT). Se o ponto for eletrônico, a Portaria 671 exige um registrador: relógio certificado, sistema com acordo coletivo, ou programa na nuvem com registro no INPI. A TimeGen não é esse registrador. Serve para a obra: qual serviço, quais horas, local da marcação. O ponto oficial, quando a empresa é obrigada a ter, continua no sistema brasileiro.

O preço de tabela está em pesos chilenos, um número só. Na cobrança, o valor é convertido para reais e a fatura sai no comprovante que a empresa consegue lançar. A moeda não é motivo para não começar. No Chile, se pedirem um sistema que já esteja na lista da Direção do Trabalho, a TimeGen ainda não está nessa lista.

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